Dica de leitura: "Kinshi Na Karada", da autora Josiane Veiga

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E hoje tem mais uma dica de leitura aqui no blog! E dessa vez, trago o livro “Kinshi Na Karada”, da lindíssima Josiane Veiga. Então, vamos aos fatos, afinal, ler é o que?
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Fundamental, meus caros leitores!

“Kinshi Na Karada” foi uma indicação do Ícaro Trindade, autor de “Garoto à Venda”, que já falei dele aqui no blog e também no vídeo “5 Livros LGBT que Você Precisa Ler” do canal Gay Casado no Youtube. Confesso coisa que não confessei nem para a autora  que quando Ícaro me indicou a obra, fiquei com o pé atrás. Pensei: “Gente, um livro de história gay japonesa?”.

Mas, são nessas que nos enganamos. Por pura e simples curiosidade fui atrás de ler no Wattpad mesmo. Qual não foi o meu engano quando me peguei COMPRANDO o livro na Amazon, por não conseguir parar de ler.

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Pois é, “Kinshi Na Karada” vicia.

O livro tem temática LGBT e é +18, porém, muito além de conter trechos para maiores de idade, o mesmo tem uma carga histórica – e emocional – enorme. Afinal, tente imaginar uma história que se passa no Japão da década de 40, na 2ª Guerra Mundial, que tem um prostíbulo como palco principal dos acontecimentos e o dono deste sendo homossexual. Só por aí já podemos ter uma ideia que a história é envolvente, não é mesmo?

O que me fez viciar em “Kinshi Na Karada” foi a narrativa envolvente e mesmo sendo um livro relativamente longo – são 664 páginas – não é cansativo e a história flui super bem. O único problema foi o amor e ódio que vivi com os personagens, contei como foi esse processo no vídeo que está no final do post.

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Veja a sinopse de “Kinshi Na Karada”:

“Japão, 2º Guerra Mundial.
Apesar do começo promissor, o exército japonês, um dos mais bem armados e fortes de sua época, viu-se acuado, pronto para a derrota. Na terra do Imperador, o medo parecia acompanhar, como um guardião, cada habitante do país. Nas ruas, a Kempeitai – Corpo de Soldados da Lei – impunha sua vontade com brutalidade e até a morte. O Japão iniciava a década de 40 dividido entre a esperança e o medo dos dias vindouros. Shiromiya Kazue cresceu nas ruas, órfão, acompanhado do irmão que o vendia a troco de arroz. Desde pequeno, sua aparência feminina contribuía para que o preço de sua carne fosse o bastante para que ambos pudessem sobreviver aos dias cruéis. Porém, num ambiente em que sobravam pessoas famintas e faltava dinheiro, ser jovem e bonito já não mais bastava. Foi assim que ele precisou se transformar em mulher. Ryo era um poderoso comerciante, dono de uma frota de barcos pesqueiros. Viveu o período turbulento com relativa calma. Comprava a paz que necessitava, assim como o corpo daquelas com quem queria se deitar. Mas a vida ainda haveria de ensinar-lhe que, nem sempre, o coração de alguém está à venda e nem tudo é o que parece. Kazue e Ryo se cruzam num momento difícil de suas vidas e não sabem o que fazer perante o que entre eles surge. Como Kazue, acostumado à dor e ao abuso, poderia entregar o coração a alguém que o via apenas como mercadoria? E como Ryo poderia amar um homem? Kinshi na Karada pode ser traduzido como o Corpo Proibido para o português, e a história retrata a sociedade japonesa na primeira metade da década de 40. A honra e a vergonha se cruzam, mostrando o que, de fato, existe em cada um de nós, humanos.” 

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Capa do livro “Kinshi Na Karada”, da autora Josiane Veiga.

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Contato Gay Casado

Sobre a autora Josiane Veiga:

Josiane Biancon da Veiga nasceu no Rio Grande do Sul. Desde cedo, apaixonou-se por literatura, e teve em Alexandre Dumas e Moacyr Scliar seus primeiros amores.

Aos doze anos, lançou o primeiro livro “A caminho do céu”, e até então já escreveu mais de quarenta histórias, de originais a contos envolvendo o universo da animação japonesa.

Também é administradora dos sites Ohmiya Lovers e Ohmiya Lovers Brasil, ambos dedicados a artistas japoneses, e da página no Facebook DaiMaoBR.

Site Josiane Veiga

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Para saber mais sobre “Kinshi Na Karada”, assista a resenha do canal do blog no Youtube:

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Blogueiro, Youtuber, Social Media, Gerente de Projetos Web, metido a webdesigner e programador, sim, um workaholic. Viciado em The Sims, Resident Evil e músicas toscas. Aspirante a ator.

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